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Funcionário do Palácio do Eliseu foi detido por roubar 40 mil euros em louça para vender online

Um funcionário do Palácio do Eliseu foi detido por roubar objetos de prata e porcelana, avaliados em cerca de 40 mil euros, que tentou vender em plataformas online. O caso envolve dois cúmplices e expõe vulnerabilidades em instituições francesas, surgindo pouco depois de um grande assalto no Museu do Louvre.
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Um funcionário do Palácio do Eliseu, residência oficial do presidente francês, foi detido por roubar cerca de 100 objetos de prata e porcelana, avaliados num valor que pode chegar aos 40 mil euros. O homem, que estava encarregado do armazenamento dos utensílios de mesa utilizados em eventos oficiais, tentou vender as peças em plataformas de revenda online, como a Vinted.

Muitos dos objetos, considerados património nacional, provinham da histórica Fábrica de Sèvres.

A investigação teve início após o chefe de serviços do palácio ter denunciado o desaparecimento dos artigos.

As autoridades foram alertadas e alguns dos objetos foram reconhecidos nos sites onde estavam a ser vendidos, como um prato com a inscrição "Força Aérea Francesa". O funcionário e dois cúmplices, um dos quais segurança no Museu do Louvre, foram detidos no dia 18.

Os bens roubados, que incluíam também uma estátua de René Lalique e taças de champanhe Baccarat, foram recuperados na casa, carro e cacifo do principal suspeito e já devolvidos. O trio aguarda julgamento, agendado para 26 de fevereiro, e está proibido de contactar entre si. Este incidente ocorre apenas dois meses após um assalto de grande dimensão no Museu do Louvre, a 19 de outubro, onde foram roubadas joias do século XIX avaliadas em 88 milhões de euros.

Embora os assaltantes tenham sido detidos, as joias continuam por encontrar.

Uma investigação posterior a este roubo revelou graves falhas de segurança no museu, como câmaras inoperacionais e falta de coordenação, levantando preocupações sobre a proteção do património cultural francês.

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