
Donald Trump diz que lhe chamam “o Presidente da Europa”



Numa cerimónia de assinatura de decretos no Salão Oval, o Presidente norte-americano, Donald Trump, declarou aos jornalistas que é chamado de "Presidente da Europa". Segundo Trump, esta alcunha, que lhe é atribuída em tom de brincadeira e que considera "uma honra", deve-se a dois fatores principais: a sua gestão da guerra na Ucrânia e o facto de ter convencido os líderes da NATO a aumentarem as suas despesas com a defesa para 5% do seu PIB. Trump enquadrou esta afirmação numa narrativa mais ampla sobre o restabelecimento do prestígio internacional dos Estados Unidos, que, segundo ele, não existia durante a presidência do seu antecessor, Joe Biden. "Os Estados Unidos são hoje, de longe, o país mais respeitado do mundo", defendeu o chefe de Estado, que também acusou a oposição democrata de financiar manifestações para "tentar destruir o país". Para ilustrar a sua liderança e o respeito que impõe junto dos parceiros europeus, Trump mencionou uma cimeira realizada na Casa Branca a 18 de setembro.
A reunião contou com a presença do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, da presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, do Presidente francês, Emmanuel Macron, do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, e do chanceler alemão, Friedrich Merz.
Trump descreveu-os como "boas pessoas" e "grandes líderes", afirmando que a reunião foi "excelente" e uma prova de que o país "voltou a ser respeitado". Noutro momento, o Presidente norte-americano abordou especificamente a situação da Ucrânia, afirmando que os detalhes das garantias de segurança que Washington e os países europeus poderiam fornecer a Kiev para evitar futuras invasões russas, após o fim da guerra, ainda não foram discutidos.
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