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Ataques russos com drones e mísseis hipersónicos atingem infraestruturas críticas na Ucrânia

A Rússia intensificou os seus ataques aéreos contra a Ucrânia, utilizando drones e um míssil hipersónico para atingir infraestruturas civis e militares em cidades como Kiev, Lviv e Odessa, resultando em vítimas e cortes de energia generalizados.
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As forças russas lançaram uma nova vaga de ataques aéreos em larga escala contra várias cidades ucranianas, causando danos significativos em infraestruturas energéticas e militares. As defesas aéreas da Ucrânia afirmaram ter neutralizado 135 de um total de 156 drones lançados pela Rússia desde domingo, embora os ataques tenham provocado ferimentos em duas pessoas em Odessa e deixado várias cidades no sul e no norte do país, incluindo a capital regional Odessa e localidades em Chernihiv, sem eletricidade e água. Em Kiev, que voltou a ser alvo de drones, milhares de pessoas continuam sem eletricidade, água e aquecimento desde os ataques da semana passada. Um dos ataques mais significativos ocorreu em Lviv, onde o Ministério da Defesa russo confirmou a destruição de uma fábrica de reparação de aeronaves na noite de 9 de janeiro. O ataque foi realizado com um míssil balístico hipersónico Oreshnik, que, segundo o presidente da câmara local, viajava a uma velocidade de aproximadamente 13 mil quilómetros por hora.

Moscovo afirmou que a fábrica era utilizada para a manutenção de aeronaves ucranianas, incluindo caças F-16 e MiG-29 fornecidos pelo Ocidente, e para a produção de drones de longo alcance usados contra alvos em território russo. As autoridades russas declararam que este bombardeamento foi uma retaliação por um alegado ataque ucraniano a uma residência de Vladimir Putin no final de 2025, uma acusação que Kiev nega. O ataque a Lviv, cidade localizada a menos de 70 quilómetros da fronteira com a União Europeia, foi descrito pelo seu presidente da câmara como um "sinal claro" para os parceiros internacionais de que a guerra não se detém em nenhuma fronteira. O Serviço de Segurança Interna ucraniano classificou o uso desta arma contra infraestruturas civis como um "crime de guerra". Os ataques de 9 de janeiro causaram pelo menos quatro mortos, levando o Presidente Volodymyr Zelensky a apelar a uma "reação clara do mundo".

Por sua vez, o Ministério da Defesa russo também reportou ter neutralizado 18 drones ucranianos sobre o seu território.

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