Iniciativas em Portugal promovem a conservação dos oceanos e do património arbóreo



O Oceanário de Lisboa lançou um novo programa, "À Noite no Oceanário", que decorre entre 5 de janeiro e 8 de fevereiro.
A iniciativa permite visitas diárias entre as 17:00 e as 20:00, proporcionando uma experiência mais tranquila e imersiva com iluminação reduzida.
O programa distingue-se pela presença de educadores marinhos em cinco pontos-chave da exposição, disponíveis para partilhar conhecimentos. Os bilhetes, disponíveis exclusivamente online, têm um custo reduzido de 15 euros para adultos e 10 euros para crianças até aos 12 anos.
No âmbito da sensibilização para a conservação marinha, o Programa Blue Azores promove a exibição do documentário ‘Ocean with David Attenborough’.
Coproduzido pela National Geographic, o filme explora o papel vital do oceano, os desafios que enfrenta e as soluções para a sua proteção, mostrando de forma impactante a degradação dos ecossistemas.
A exibição terá entrada gratuita, com uma sessão inaugural em Ponta Delgada.
No plano da conservação terrestre, a associação Finis Terrae denunciou o abate de plátanos centenários na Estrada Nacional 247, em Sintra, pela Infraestruturas de Portugal (IP). A associação alega que a ação não tem a autorização necessária do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
Em resposta, moradores e membros da associação mobilizaram-se no local e a Finis Terrae planeia entregar um Embargo de Obra Nova Judicial, além de preparar uma providência cautelar para proteger todas as árvores ao longo da via e apresentar queixas a nível nacional e europeu. Em contraste, o projeto Gigantes Verdes expande as suas ações de proteção do património arbóreo ao Alto Minho, com formação de voluntários em Ponte de Lima.
A iniciativa visa capacitar "embaixadores" para identificar e monitorizar árvores de grande porte. No ano anterior, o projeto formou mais de 250 voluntários que mapearam mais de 17 mil árvores, das quais 1.190 foram identificadas com potencial para serem classificadas como de Interesse Público. Os dados recolhidos servirão de base para futuros projetos de valorização florestal.















