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Governo da Venezuela liberta dezenas de prisioneiros políticos após a detenção de Nicolás Maduro

O governo venezuelano iniciou a libertação de prisioneiros políticos, um processo marcado pela incerteza sobre o número exato de detidos soltos e pela intervenção declarada dos Estados Unidos.
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Após a prisão de Nicolás Maduro e da sua mulher, Cilia Flores, por tropas norte-americanas a 3 de janeiro, o novo governo interino da Venezuela, liderado por Delcy Rodríguez, anunciou a libertação de um "número significativo" de prisioneiros políticos.

A promessa, feita na quinta-feira por Jorge Rodríguez, presidente da Assembleia Nacional, deu início a um processo lento e com informações contraditórias, deixando familiares em vigília junto às prisões do país.

Os números sobre os prisioneiros libertados variam consoante a fonte.

A organização não-governamental Foro Penal reportou que, até sábado à noite, apenas 17 pessoas tinham sido soltas, restando ainda 803 detidos por motivos políticos.

Por outro lado, a Plataforma Democrática Unitária, a maior coligação da oposição, anunciou a libertação de pelo menos 22 pessoas.

As autoridades não divulgaram uma lista ou um número oficial, gerando angústia e incerteza.

Entre os primeiros libertados encontram-se figuras proeminentes como o ex-candidato presidencial Enrique Márquez e a advogada Rocio San Miguel, detida em fevereiro de 2024.

Foram também confirmadas as libertações de Virgílio Laverde, Marco Bozo e Didelis Raquel Corredor.

Segundo um balanço da Foro Penal, o universo de presos políticos incluía 86 estrangeiros ou cidadãos com dupla nacionalidade, entre os quais cinco lusovenezuelanos.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reivindicou o crédito pelas libertações através da sua rede social, a Truth Social.

Trump afirmou que a libertação de "um grande número de presos políticos" foi um "sinal de 'busca pela paz'" por parte da Venezuela e que, devido a esta cooperação, Washington tinha "cancelado a segunda vaga de ataques anteriormente esperada".

O líder norte-americano instou os prisioneiros libertados a não se esquecerem da intervenção dos EUA, acrescentando que os dois países estão a "trabalhar bem juntos", especialmente na reconstrução das infraestruturas de petróleo e gás venezuelanas.

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