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Santander solicita reforço de 150 milhões de euros na garantia pública para habitação de jovens

O banco Santander Portugal pediu ao Governo um reforço de 150 milhões de euros para a sua quota da garantia pública destinada a apoiar a compra de casa por jovens, citando a elevada procura que já consumiu uma parte significativa do montante inicial.
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O Santander Portugal solicitou um aumento de 150 milhões de euros na sua quota da garantia pública para o crédito à habitação para jovens até aos 35 anos. Este pedido soma-se à dotação inicial de 259 milhões de euros, que era a maior entre os bancos aderentes ao programa.

A decisão foi motivada pela forte procura, que levou o banco a utilizar 60% do valor que lhe foi inicialmente atribuído.

Desde o lançamento da medida, no início do ano passado, o Santander recebeu mais de 36.000 pedidos de jovens para a compra de casa, o que corresponde a um total de 6.800 milhões de euros em solicitações de crédito. Até à data, foram formalizadas escrituras no valor de 1,1 mil milhões de euros ao abrigo deste programa. Em 2025, cerca de metade dos créditos à habitação concedidos pelo banco foram a clientes com menos de 35 anos, tendo o Santander apoiado mais de 12.000 jovens na aquisição de habitação, metade dos quais através da garantia pública. A garantia pública, que vigora para contratos assinados até ao final de 2026, permite que o Estado atue como fiador em até 15% do valor da transação, possibilitando que os jovens obtenham financiamento a 100% do valor de avaliação do imóvel. Para ser elegível, o comprador deve ter entre 18 e 35 anos, adquirir a sua primeira habitação própria e permanente por um valor não superior a 450 mil euros, não ser proprietário de outro imóvel e ter um rendimento coletável anual que não ultrapasse o oitavo escalão do IRS, cerca de 81 mil euros. O Governo já havia aprovado reforços para outras instituições, nomeadamente 250 milhões de euros para a Caixa Geral de Depósitos e 25,8 milhões para o Banco CTT. O montante máximo global da garantia está definido em 1.200 milhões de euros, mas existe a possibilidade de ser aumentado caso os bancos esgotem as suas quotas e solicitem um reforço, como tem vindo a acontecer.

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