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Ataque em Sydney: Autoridades Apontam para Motivação do Estado Islâmico

O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, afirmou que o ataque numa praia de Sydney, que causou pelo menos 15 mortos, foi provavelmente motivado pela ideologia do grupo extremista Estado Islâmico.
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Um ataque a tiro numa praia de Sydney, durante as celebrações da festa judaica de Hanukkah, resultou em pelo menos 15 mortos e mais de 40 feridos.

O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, indicou que o atentado, inicialmente classificado como antissemita, parece ter sido "motivado pela ideologia do Estado Islâmico".

Esta declaração forneceu os primeiros detalhes sobre as possíveis motivações dos agressores, sobre as quais as autoridades se tinham mantido reservadas.

Os autores do ataque foram identificados como Sajid Akram, de 50 anos e cidadão indiano, e o seu filho, Naveed Akram, de 24 anos e cidadão australiano. Na noite de domingo, pai e filho dispararam pelo menos 40 vezes durante cerca de dez minutos contra a multidão reunida na praia de Bondi.

No veículo do filho, encontrado nas proximidades, a polícia descobriu "duas bandeiras do Estado Islâmico feitas à mão" e engenhos explosivos improvisados, reforçando a tese de radicalização.

A investigação policial está a focar-se numa viagem que os dois fizeram às Filipinas um mês antes do ataque.

Chegaram a 1 de novembro de 2025 e partiram a 28 de novembro, tendo como destino a região de Davao, uma área conhecida por albergar focos extremistas.

As autoridades australianas enfrentam agora questões sobre se o ataque poderia ter sido evitado, uma vez que Naveed Akram já tinha sido alvo de verificações pelos serviços secretos em 2019 devido a associações com outras pessoas que foram detidas, embora na altura não tenha sido considerado uma ameaça iminente.

Durante o ataque, Sajid Akram foi abatido pela polícia.

O seu filho, Naveed, foi detido, encontrando-se gravemente ferido e em coma no hospital, sob vigilância policial.

No meio do caos, um civil, Ahmed al Ahmed, um vendedor de fruta, foi aclamado como herói por ter conseguido desarmar um dos atiradores, um ato de bravura elogiado pelo primeiro-ministro.

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