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Instituto Pedro Nunes e Instituto Superior Técnico vão gerir polos de incubação da Agência Espacial Europeia

Portugal vai acolher dois novos centros do programa de incubação da Agência Espacial Europeia, que serão geridos pelo Instituto Pedro Nunes e pelo Instituto Superior Técnico nos próximos três anos, com o objetivo de apoiar startups no setor espacial.
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Portugal terá, nos próximos três anos, dois polos do programa de incubação da Agência Espacial Europeia (ESA BIC), implementados por consórcios liderados pelo Instituto Pedro Nunes (IPN), em Coimbra, e pelo Instituto Superior Técnico (IST), em Oeiras. Segundo a Agência Espacial Portuguesa (Portugal Space), o IPN ficará responsável pelo ESA BIC Centro+, enquanto o Técnico coordenará o ESA BIC Tagus+.

O programa dispõe de um financiamento total de cerca de 2,8 milhões de euros, destinado principalmente ao incentivo financeiro a startups. O objetivo é acelerar a maturidade tecnológica, facilitar o acesso a mentoria especializada e consolidar os modelos de negócio das novas empresas.

Os primeiros concursos para a seleção de startups deverão abrir no primeiro semestre deste ano, prevendo-se que cada um dos contratos permita selecionar e financiar até seis startups por ano.

O consórcio liderado pelo IST, o ESA BIC Tagus+, terá a sua operação assegurada pela Incubadora Taguspark, o Técnico Venture Lab e a Incubadora da Escola do Mar dos Açores, contando com parceiros como a Câmara Municipal de Oeiras. Já o ESA BIC Centro+, liderado pelo IPN a partir de Coimbra, inclui como parceiros de incubação o Centro Empresarial de Pampilhosa da Serra e o Incuba+ Santa Maria, nos Açores, além do apoio do Município de Coimbra, da CIM Região de Coimbra e da CCDRC. Ricardo Conde, presidente da Agência Espacial Portuguesa, considera que a implementação dos dois consórcios em paralelo “reforça a capacidade nacional de incubação”. Joana Mendonça, vice-presidente do Técnico, destacou que a iniciativa posiciona Oeiras e o Técnico como um polo de referência na nova economia espacial europeia. Por sua vez, Jorge Pimenta, diretor de Inovação do IPN, afirmou que o instituto oferece apoio técnico especializado, ancorado em mais de 30 anos de experiência em incubação. Entre 2014 e 2024, o programa coordenado pelo IPN já apoiou mais de 60 empresas.

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