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Candidato presidencial Jorge Pinto critica a geringonça por não ter avançado com a regionalização

O candidato presidencial Jorge Pinto criticou a 'geringonça' pela sua inação no processo de regionalização, um tema que considera um imperativo constitucional para a construção de um Portugal mais coeso e com igualdade de oportunidades para todos os cidadãos.
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Em declarações aos jornalistas na Guarda, após uma reunião com o presidente da Câmara Municipal, Sérgio Costa, o candidato presidencial Jorge Pinto, apoiado pelo Livre, lamentou a "falta de vontade, ambição e coragem" dos dirigentes políticos em avançar com a regionalização.

Pinto criticou não só o atual primeiro-ministro por ter retirado o tema da agenda da legislatura, mas também os seus antecessores, com particular ênfase no governo do PS apoiado por BE, PCP e PEV entre 2015 e 2019.

O candidato questionou por que motivo a 'geringonça', que na teoria era favorável à regionalização e detinha uma maioria parlamentar para o fazer, não avançou com o processo de referendo. Para Jorge Pinto, a regionalização é um "imperativo constitucional" essencial para garantir que todos os portugueses tenham as mesmas oportunidades, independentemente de onde vivam.

Como forma de impulsionar o debate, reiterou uma das principais propostas da sua campanha: a criação de uma assembleia cidadã com 100 pessoas de todo o país para discutir o tema e pressionar o poder legislativo a cumprir a Constituição. Questionado sobre se esta iniciativa não excederia as competências de um Chefe de Estado, Jorge Pinto respondeu negativamente, argumentando que a medida visa capacitar os portugueses a "influenciar o debate político". O objetivo é ouvir os cidadãos sobre as competências e a definição das regiões para, com essa base, pressionar o Governo e os deputados.

Adicionalmente, defendeu a necessidade de uma discriminação positiva para combater a desertificação, sugerindo a criação de um "rendimento básico de coesão territorial". No plano político, comentou a participação do primeiro-ministro na campanha de Luís Marques Mendes, afirmando que tal facto confirma a necessidade de um "contrapeso democrático" na Presidência da República.

Jorge Pinto posiciona-se como esse contrapeso a um país "extremamente virado à direita", garantindo que atuará em prol dos portugueses sem se imiscuir no trabalho do Governo.

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