
Marques Mendes pede que lei da nacionalidade seja aprovada com "maioria ampla" que inclua PS



Durante uma intervenção na 21.ª edição da Universidade de Verão do PSD, em Castelo de Vide, o candidato a Presidente da República, Luís Marques Mendes, apelou a um amplo consenso para a aprovação da lei da nacionalidade. Mendes sublinhou que, por se tratar de uma lei orgânica e especial, esta não deve ser aprovada por uma "mera maioria de circunstância", defendendo a necessidade de um "esforço de diálogo e entendimento" que inclua o Partido Socialista (PS) no acordo.
Este apelo foi interpretado como uma sugestão para que o diploma não seja aprovado apenas com o apoio do Chega.
No seu discurso, Marques Mendes afirmou que ser moderado "é o caminho para o sucesso", embora exija coragem nos dias de hoje. No que diz respeito à imigração, considerou que a maioria das medidas adotadas pelo Governo no último ano "eram indispensáveis", mas alertou que "não é justo culpar os imigrantes por todos os males que acontecem na nossa sociedade".
O candidato defendeu a necessidade de uma sociedade mais tolerante e expressou o desejo de que o próximo Orçamento do Estado atribua "maior prioridade à questão da integração de imigrantes". Além das questões de nacionalidade e imigração, Marques Mendes abordou outros temas da atualidade.
Sugeriu um maior envolvimento das Forças Armadas na prevenção e combate aos incêndios e propôs que a comissão técnica independente para análise dos fogos inclua peritos estrangeiros, alertando para a ideia de que "São Pedro manda mais do que os políticos".
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