
Líder do Chega admite consequências para deputado João Tilly



O deputado do Chega e candidato à Câmara de Seia, João Tilly, é o alvo de uma investigação por suspeitas do crime de participação na atribuição e obtenção de financiamento proibido.
Consequentemente, a sua imunidade parlamentar foi levantada para que possa ser constituído arguido e interrogado no âmbito do processo.
O caso remonta a 2021, antes de Tilly ser eleito deputado pelo círculo de Viseu, e envolve uma transferência de 150 euros identificada como 'donativo'. A suspeita centra-se numa angariação de fundos promovida por Tilly através de um vídeo publicado na plataforma YouTube em dezembro de 2021. No vídeo, além de partilhar as informações oficiais do partido para donativos, o então candidato terá disponibilizado uma conta bancária da sua filha e um contacto de MB Way como alternativa para quem quisesse 'contribuir para o canal ou poder ajudar'.
O próprio deputado confirmou a transferência de 150 euros, mas alega que o dinheiro se destinava ao seu canal pessoal e que 'não tem nada a ver com o partido'.
O líder do Chega, André Ventura, reagiu ao caso em conferência de imprensa, distanciando o partido da situação. Ventura sublinhou que se trata de 'uma questão de natureza pessoal' que ocorreu antes de Tilly ser deputado e que 'o Chega nada tem a ver com isto', não tendo sido chamado nem envolvido no processo. Apesar de desvincular o partido, o líder garantiu que as regras são 'sempre iguais' para todos e que, caso se conclua pela existência de um ilícito, 'haverá consequências'. André Ventura afirmou que irá aguardar pelo desenrolar do processo para fazer uma avaliação final, assegurando que não se irá 'refugiar em lugar nenhum'.
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