
Líder do PS diz ter “palavra” de Montenegro para contributos na Defesa e Saúde



Durante uma paragem em Aljustrel, Beja, integrada na sua rota pela Estrada Nacional 2, o líder do Partido Socialista, José Luís Carneiro, revelou ter dialogado com o primeiro-ministro sobre três cartas que lhe enviou com propostas nas áreas da Habitação, Defesa e Emergência Hospitalar. Deste diálogo, Carneiro assegura ter obtido o compromisso de Luís Montenegro para que o Governo conte com os contributos do PS em duas áreas específicas. Segundo o secretário-geral socialista, o primeiro-ministro deu a sua "palavra" de que as propostas para a Defesa e para a implementação de uma unidade de coordenação da emergência hospitalar seriam objeto de "consideração concreta".
Embora outros assuntos tenham sido abordados, foram estes os que receberam garantias.
José Luís Carneiro sublinhou que compete agora a Luís Montenegro "dar cumprimento a essa palavra" e demonstrar como o compromisso se traduzirá na prática.
Questionado sobre o anúncio de uma ronda de reuniões do Governo com os partidos na Assembleia da República, Carneiro confirmou ter havido contactos do ministro dos Assuntos Parlamentares. Estas reuniões visam discutir o Orçamento do Estado para 2026 e outras matérias, como o reconhecimento do Estado da Palestina, sobre o qual a posição do PS "é conhecida e pública". O líder do PS remeteu para o Governo a iniciativa de definir a agenda completa dos encontros.
José Luís Carneiro abordou ainda outros temas, como a Comissão Técnica Independente sobre os incêndios, defendendo que a prioridade atual é acompanhar a época de fogos e apelando à responsabilidade dos cidadãos para evitar ignições. Em resposta às críticas do ministro da Defesa, Nuno Melo, sobre a não aquisição de aeronaves Canadair por um governo socialista em 2015, Carneiro afirmou que o atual executivo, em funções há um ano e meio, não deve culpar os governos anteriores, citando o antigo primeiro-ministro Cavaco Silva para classificar como "incompetente e incapaz" um governo que, ao fim de seis meses, ainda culpa os seus antecessores.
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