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Reino Unido destina 230 milhões de euros para preparar futura força de paz na Ucrânia

O governo britânico anunciou um financiamento de 200 milhões de libras para preparar as suas forças armadas para um eventual destacamento de manutenção da paz na Ucrânia, uma medida que surge no contexto de uma declaração conjunta com a França e que já mereceu uma forte rejeição por parte da Rússia.
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O Reino Unido vai mobilizar 200 milhões de libras (230 milhões de euros) do orçamento militar de 2026 para preparar as suas Forças Armadas para uma futura missão multinacional de manutenção da paz na Ucrânia, caso seja alcançado um cessar-fogo com a Rússia. O financiamento destina-se à aquisição de novos veículos, sistemas de comunicação e capacidades de proteção contra ‘drones’, assegurando que as tropas britânicas estão prontas para um eventual destacamento. Adicionalmente, o Ministério da Defesa britânico informou que a produção de ‘drones’ intercetores Octopus começará este mês no Reino Unido para reforçar as defesas aéreas ucranianas. Este anúncio, feito após a visita do secretário da Defesa britânico, John Healey, a Kiev, insere-se numa declaração de intenções assinada com a França, na qual ambos os países se mostraram disponíveis para enviar tropas em caso de cessar-fogo.

O primeiro-ministro, Keir Starmer, garantiu que qualquer envio de tropas para a Ucrânia será sujeito a votação no Parlamento.

A Rússia rejeita veementemente este plano, tendo a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Maria Zakharova, alertado que qualquer presença militar ocidental no país seria considerada um “alvo legítimo” por Moscovo.

O governo trabalhista de Keir Starmer reiterou o seu compromisso com o investimento na Defesa, apesar de um défice noticiado de 28 mil milhões de libras no orçamento do setor. Downing Street afirmou que o governo planeou “o maior aumento das despesas com a Defesa desde a Guerra Fria”, no valor de 270 mil milhões de libras para a atual legislatura.

Londres comprometeu-se a aumentar as despesas militares para 3,5% do PIB até 2035, em linha com a meta da NATO. Para pôr fim ao conflito iniciado em fevereiro de 2022, a Rússia exige que a Ucrânia ceda as regiões de Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia, além da Crimeia, e que renuncie permanentemente à adesão à NATO.

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