
Bebé nasce em ambulância na A1



Uma menina, chamada Matilde, nasceu numa ambulância na berma da A1, enquanto a sua mãe, residente em Samora Correia, era transportada para um hospital em Lisboa.
O parto foi realizado pelos bombeiros que acompanhavam a grávida.
O nascimento em trânsito deveu-se ao encerramento da urgência de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital de Vila Franca de Xira, unidade que deveria, inicialmente, receber a parturiente. Como consequência do fecho dos serviços, a grávida foi encaminhada para o Hospital São Francisco Xavier, em Lisboa, uma viagem de aproximadamente 45 quilómetros.
Contudo, a bebé não esperou pela chegada à unidade hospitalar de destino e o parto acabou por acontecer durante o percurso na autoestrada.
Um dos artigos menciona que a urgência de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital São Francisco Xavier também estaria encerrada, embora os restantes refiram este hospital como o destino do transporte.
Artigos
9








Atualidade
Ver mais
Três feridos graves (incluindo uma criança) em colisão em Almeirim
Uma colisão entre uma mota e uma viatura ligeira provocou hoje cinco feridos, três dos quais em estado grave, incluindo uma criança, na Estrada Nacional 368, entre a localidade da Tapada, Almeirim, e Alpiarça, no distrito de Santarém.

Publicado em Diário da República concurso que originou greve de procuradores
O movimento anual de magistrados do Ministério Público, que originou, em julho, uma greve nacional de procuradores, foi hoje publicado em Diário da República, efetivando-se as novas colocações a partir de 01 de setembro.

Alterações a Cidadania explicitam matérias (mas não acrescentam temas)
A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, hoje publicada em Diário da República, clarifica conteúdos que devem ser ensinados nas escolas, como "violência no namoro", "assédio" e "abuso físico, psicológico e sexual" após alterações ao documento inicial.

87 em 100 agressores não são condenados. Ordem defende mudanças na lei
A Ordem dos Advogados defende que é necessário mudar a legislação, assim como a forma como a sociedade vê a violência doméstica, para reduzir os números relacionados com este crime, do qual apenas 13% dos suspeitos são condenados.