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Participação de Montenegro na campanha de Marques Mendes gera críticas dos adversários

A campanha para as eleições presidenciais foi marcada, no seu segundo dia, pela participação ativa do primeiro-ministro Luís Montenegro na candidatura de Luís Marques Mendes, o que gerou uma onda de críticas por parte dos restantes candidatos.
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O segundo dia da campanha oficial para as eleições presidenciais ficou dominado pela presença do primeiro-ministro, Luís Montenegro, ao lado de Luís Marques Mendes, candidato apoiado pela Aliança Democrática (PSD/CDS-PP). Montenegro juntou-se à campanha na terra natal, Espinho, onde apelou ao voto útil em Marques Mendes e classificou adversários como Henrique Gouveia e Melo e André Ventura de populistas.

A ação do chefe do Governo provocou uma forte reação dos outros candidatos, que criticaram a sua intervenção.

Luís Marques Mendes defendeu a presença do primeiro-ministro, considerando-a um "ato de força e de coerência" e rejeitando as críticas.

O candidato da AD reafirmou a sua independência e prometeu ser um Presidente isento que cooperará institucionalmente com qualquer Governo. A sua estratégia de campanha assenta na proximidade, com um roteiro que inclui 15 distritos, como Santarém, e prevê três iniciativas diárias, entre visitas a instituições e sessões de esclarecimento.

As críticas dos adversários foram contundentes.

Henrique Gouveia e Melo acusou Montenegro de querer "condicionar os portugueses" e considerou um "mau sinal" a tentativa de influenciar a escolha do Presidente da República. João Cotrim de Figueiredo, da Iniciativa Liberal, viu a presença de Montenegro como uma "prova de fraqueza" de Marques Mendes, sugerindo que o líder do PSD poderá estar arrependido da sua escolha. Jorge Pinto, apoiado pelo Livre, argumentou que o apoio do primeiro-ministro prova que Mendes não é o candidato indicado, pois o país necessita de um Presidente menos próximo do Governo.

António José Seguro, por sua vez, recusou comentar a polémica.

Analistas políticos também interpretaram a entrada de Montenegro na campanha.

O comentador António Costa considerou que a presença precoce do primeiro-ministro evidencia que Marques Mendes começou a campanha "à defesa", possivelmente devido a danos causados pela "questão da transparência".

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