Forças dos EUA bombardeiam a Venezuela e raptam o Presidente Nicolás Maduro



Em janeiro de 2026, as forças armadas dos Estados Unidos, comandadas pelo presidente Trump, bombardearam bases e instalações militares na Venezuela. A operação culminou com um assalto à residência presidencial, onde mataram os militares e seguranças presentes e raptaram o presidente Nicolás Maduro e a sua esposa, levando-os para uma prisão nos Estados Unidos sob a acusação de narcoterrorismo.
Este ataque intensifica a tensão internacional em torno do petróleo venezuelano e segue-se à apreensão de cinco petroleiros ligados a Caracas pelas autoridades norte-americanas desde o início de dezembro. A Venezuela, apesar de possuir as maiores reservas de petróleo do mundo, com mais de 300 mil milhões de barris, enfrenta uma crise profunda que a impede de capitalizar este recurso.
A produção é baixa e a exportação dificultada, situação agravada por sanções dos EUA que impedem o acesso a investimento estrangeiro e a produtos químicos essenciais para o tratamento do petróleo bruto.
A indústria petrolífera, nacionalizada em 1976, sofre de falta de manutenção e investimento.
A crise atual tem raízes nos governos de Hugo Chávez (1999-2013) e Nicolás Maduro (2013-2026).
Após a eleição de Chávez em 1998, o seu governo assumiu o controlo da petrolífera estatal, despedindo milhares de funcionários após uma greve geral em 2002 e substituindo-os por pessoal leal.
A riqueza gerada pelos altos preços do petróleo permitiu reduzir a pobreza, mas foi mal aplicada e a corrupção e a violência aumentaram.
A economia tornou-se quase totalmente dependente das divisas do petróleo para importar bens essenciais, incluindo cerca de 70% dos alimentos.
A queda do preço do petróleo mergulhou o país no caos, resultando numa crise humanitária severa.
A população sofre com hiperinflação, apagões constantes, escassez de água, alimentos e medicamentos, e níveis insuportáveis de criminalidade. Cerca de 8 milhões de venezuelanos fugiram do país. O governo de Maduro reprimiu violentamente a oposição e a sua reeleição em 2018 foi considerada controversa.












