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Microsoft desafia a OpenAI e anuncia os seus primeiros modelos de IA

A empresa de inteligência artificial Anthropic está em destaque, tanto pelas novas estratégias de treino do seu modelo Claude como pelas preocupações com o seu uso indevido, enquanto o debate sobre o impacto da IA se estende a vários setores da sociedade.
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A empresa de inteligência artificial Anthropic tem estado no centro das atenções devido a recentes desenvolvimentos e revelações sobre o seu modelo de IA, Claude.

Num movimento estratégico dentro do competitivo setor da IA, onde concorrentes como a Meta e o esperado GPT-5 marcam o ritmo, a Anthropic anunciou que passará a utilizar as transcrições de conversas com os utilizadores para treinar os seus modelos.

No entanto, a empresa sublinha que a decisão final de permitir ou não este uso caberá a cada utilizador.

Este avanço tecnológico contrasta com as preocupações sobre a segurança e o uso indevido da IA generativa.

A própria Anthropic admitiu, num relatório recente, que a sua tecnologia está a ser utilizada para a prática de cibercrimes.

Esta revelação destaca o "lado negro" da inteligência artificial, um potencial que se torna cada vez mais evidente à medida que estas ferramentas se tornam mais poderosas e acessíveis. Para além das questões de segurança e privacidade, o impacto da inteligência artificial estende-se a outros domínios, como o da moda.

A crescente utilização de modelos criados por IA está a gerar um debate aceso no setor, com opiniões divididas sobre a sua implementação e as consequências para os modelos humanos e para a indústria em geral. Este é um exemplo de como a IA está a transformar diversas áreas, levantando questões éticas e profissionais.

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