António José Seguro defende a saúde como prioridade absoluta e pede coragem política para o seu financiamento



Durante uma visita de campanha ao Mercado Municipal de Braga, o candidato presidencial António José Seguro defendeu que a saúde deve ser a prioridade absoluta do país.
Em declarações aos jornalistas, o candidato apoiado pelo PS sublinhou que, embora possa faltar dinheiro para muitas coisas, "não pode faltar dinheiro para cuidar da saúde dos portugueses", apelando a "coragem política" para definir prioridades claras, uma vez que "o país não pode ter 100 prioridades".
Seguro, no entanto, escusou-se a especificar quais as áreas governamentais que poderiam sofrer cortes orçamentais para reforçar o investimento na saúde.
O candidato presidencial afirmou estar "desejoso de ter a primeira reunião com o primeiro-ministro" e com os líderes partidários para lhes transmitir a necessidade de um contributo conjunto para melhorar o acesso dos cidadãos a cuidados de saúde atempados e eficazes.
O candidato considerou "inaceitável" a situação atual do setor em Portugal, no ano de 2026.
Criticou o facto de pessoas morrerem por falta de socorro, com ambulâncias que não chegam a tempo, as longas horas de espera nas urgências e os doentes que permanecem em macas nos corredores dos hospitais. Para Seguro, estes são problemas recorrentes que demonstram uma atitude de "deixar andar", algo que, na sua opinião, "não pode acontecer".















