Três mortes em menos de 48 horas são atribuídas a falhas no socorro do INEM



O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) está a ser alvo de fortes críticas após a ocorrência de três mortes em menos de 48 horas, que terão sido causadas por falhas na prestação de socorro. A denúncia partiu do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH), que responsabiliza diretamente a instituição pelas fatalidades. De acordo com o sindicato, a origem do problema reside no novo sistema de triagem implementado pelo INEM. O STEPH aponta que este sistema está a provocar atrasos e ineficiências na resposta às chamadas de emergência, resultando em situações em que o socorro não chega a tempo de salvar vidas.
As críticas do sindicato focam-se na alegada inadequação do novo protocolo para avaliar a gravidade das ocorrências e despachar os meios necessários de forma célere e eficaz. As informações disponíveis nos artigos não detalham as circunstâncias específicas de cada uma das três mortes, nem as localidades onde ocorreram.
A atenção mediática e a contestação do sindicato centram-se exclusivamente na acusação de que o novo modelo de triagem é a causa principal destas falhas operacionais, que culminaram na perda de vidas humanas.
O caso levanta sérias questões sobre a segurança e a eficácia dos procedimentos de emergência médica em Portugal, colocando pressão sobre a direção do INEM para prestar esclarecimentos e reavaliar as alterações recentemente introduzidas no sistema.
















