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Trump "descontente" mas "não surpreendido" com últimos ataques a Kyiv

Um dos maiores ataques aéreos russos a Kiev desde o início da guerra provocou dezenas de vítimas e suscitou uma forte condenação internacional, incluindo dos Estados Unidos e da União Europeia.
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A capital ucraniana, Kiev, foi alvo de um dos maiores ataques aéreos russos desde o início da invasão em fevereiro de 2022.

O bombardeamento noturno, que envolveu drones e mísseis, resultou em pelo menos 19 mortos, entre os quais quatro crianças, e deixou mais de 60 feridos.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reagiu ao ataque manifestando-se "descontente", mas "não surpreendido", segundo a sua porta-voz, Karoline Leavitt.

Trump também comentou que "talvez as duas partes neste conflito não estejam prontas para o terminar sozinhas", sugerindo uma falta de vontade para a paz tanto do lado russo como do ucraniano.

A União Europeia condenou veementemente o ataque, especialmente depois de o edifício da sua delegação em Kiev ter sido atingido.

A alta representante da UE, Kaja Kallas, afirmou que "uma missão diplomática jamais deve ser um alvo" e anunciou que o enviado russo em Bruxelas foi convocado para prestar explicações.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, declarou-se "indignada" e prometeu um 19.º pacote de "sanções severas" contra a Rússia.

Von der Leyen reiterou o "apoio inabalável" à Ucrânia e mencionou o avanço dos trabalhos para utilizar os ativos russos congelados na defesa e reconstrução do país.

Noutras reações, o chanceler alemão, Friedrich Merz, considerou "óbvio" que um encontro entre Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky não acontecerá após este ataque.

Esta declaração foi feita durante uma reunião com o presidente francês, Emmanuel Macron.

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