menulogo
Notícias Agora
user
Close

Trump preferia não estar com Putin e Zelenskyy. “É como juntar azeite e vinagre”

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou a sua relutância em participar numa eventual cimeira de paz entre os seus homólogos russo e ucraniano, comparando a relação entre Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky à de 'azeite e vinagre'.
News ImageNews ImageNews Image

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que preferia não participar numa eventual cimeira entre os seus homólogos da Rússia, Vladimir Putin, e da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. Numa troca de impressões com jornalistas, Trump comparou a relação entre os dois líderes à de “azeite e vinagre”, explicando que “não se dão muito bem, por razões óbvias”. Apesar de não dar como certa a realização do encontro, o presidente norte-americano disse que prefere “que eles se encontrem e vejam o que fazem” por si próprios. Apesar da sua relutância em estar presente num encontro a três, Trump tem procurado mediar uma possível trégua no conflito que dura há mais de três anos.

O líder republicano reuniu-se separadamente com os dois presidentes: na sexta-feira com Putin, numa cimeira no Alasca, e na segunda-feira com Zelensky, em Washington.

Para Trump, a continuação da guerra ao ritmo atual “é muito estúpido”, referindo as milhares de vítimas semanais.

O presidente dos EUA adiantou que espera saber mais detalhes sobre as hipóteses de paz “nas próximas duas semanas”, após as quais poderá ser necessário “adotar uma abordagem diferente”.

Contudo, as perspetivas para um encontro e um acordo de cessar-fogo permanecem incertas, com os confrontos a prosseguirem.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, considerou que “os sinais enviados pela Rússia são simplesmente indecentes” e acusou Moscovo de estar a “tentar evitar a necessidade de organizar uma reunião”. Por seu lado, o chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, acusou a Ucrânia de não querer uma “solução justa e duradoura” e afirmou que “não está previsto nenhum encontro” entre os dois chefes de Estado. A ofensiva militar russa, iniciada a 24 de fevereiro de 2022, mergulhou a Europa na mais grave crise de segurança desde a Segunda Guerra Mundial.

Artigos

17
Ver mais▼
categoryVer categoria completa