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Donald Trump faz gesto obsceno e insulta trabalhador que o associou ao caso Epstein

O presidente dos EUA, Donald Trump, reagiu com gestos e linguagem obscenos a um trabalhador de uma fábrica da Ford que o acusou de ser um "protetor de pedófilos", um incidente que reacende a controvérsia sobre a sua ligação ao caso Jeffrey Epstein.
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Durante uma visita a uma fábrica da Ford em Dearborn, Michigan, na terça-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi confrontado por um trabalhador que lhe gritou "protetor de pedófilos".

Em resposta, Trump exibiu o dedo do meio e proferiu insultos, incluindo a expressão "Fuck you" por várias vezes, como mostram vídeos que circularam nas redes sociais.

A Casa Branca defendeu a reação do presidente, com o diretor de comunicação, Steven Cheung, a classificá-la como "adequada e inequívoca" perante o que descreveu como um "lunático a gritar palavrões descontroladamente". O funcionário foi identificado como TJ Sabula, de 40 anos, e membro do sindicato United Auto Workers (UAW).

Após o incidente, a Ford suspendeu-o do trabalho.

Em declarações ao ‘The Washington Post’, Sabula afirmou não se arrepender das suas ações.

A construtora automóvel, por sua vez, emitiu um comunicado onde reforça que o respeito é um dos seus valores fundamentais e que não tolera linguagem inadequada nas suas instalações, possuindo um processo para lidar com tais situações.

O confronto está diretamente ligado à controvérsia em torno do caso do magnata pedófilo Jeffrey Epstein.

A acusação do trabalhador surge na sequência da divulgação de documentos, no final de 2025 e início de 2026, que sugerem que Trump tinha conhecimento dos crimes de Epstein. Um dos depoimentos divulgados pelo Departamento de Justiça incluía mesmo uma alegação de violação contra o próprio presidente. Embora a administração Trump tenha permitido a divulgação de alguns ficheiros, a libertação parcial dos documentos gerou críticas por falta de transparência.

Outras figuras políticas, como Bill e Hillary Clinton, também foram mencionadas no caso.

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