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Donald Trump regressa a Davos enquanto aguarda decisão do Supremo Tribunal sobre as suas tarifas

O presidente norte-americano, Donald Trump, regressa ao palco internacional do Fórum Económico Mundial em Davos, num momento de grande expectativa interna devido a uma iminente decisão do Supremo Tribunal sobre a sua política de tarifas.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participará presencialmente no Fórum Económico Mundial em Davos, na Suíça, entre 19 e 23 de janeiro, liderando a maior delegação norte-americana de sempre.

Este é o seu primeiro regresso presencial ao evento desde 2020, durante o seu primeiro mandato, tendo participado por videoconferência em 2025, pouco depois de iniciar o segundo mandato.

O anúncio da sua presença, feito pelo presidente executivo do Fórum, Borge Brende, surge num contexto em que a política externa e comercial dos EUA desafia a ordem económica e geopolítica global.

O tema deste ano do encontro é “O espírito do diálogo”.

O evento contará com uma forte presença internacional, incluindo uma delegação chinesa liderada pelo vice-primeiro-ministro, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, o líder argentino Javier Milei, seis dos sete líderes do G7, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde.

No total, são esperados 64 chefes de Estado e de Governo e cerca de 850 líderes empresariais.

Paralelamente, Trump enfrenta um momento decisivo a nível interno, aguardando uma decisão do Supremo Tribunal sobre a legalidade das tarifas globais que impôs em abril de 2025. O presidente alertou para um “desastre completo” caso o tribunal decida contra o governo, afirmando que o país teria de reembolsar “triliões” de dólares a empresas e outros países. As tarifas foram contestadas por vários estados e empresas, que argumentam que Trump excedeu a sua autoridade ao invocar a Lei de Poderes Económicos de Emergência Internacional de 1977. Um tribunal federal de comércio internacional já tinha decidido contra o presidente.

Apesar desta incerteza, os analistas e casas de investimento mantêm o otimismo, privilegiando a exposição aos Estados Unidos como o destino favorito para 2026, esperando que o bom desempenho das tecnológicas se alastre a outros setores.

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