
Trump admite pedir pena de morte a autores de homicídios em Washington



Donald Trump declarou que irá propor a aplicação da pena de morte para quem cometer homicídios na capital dos Estados Unidos. "Se alguém assassinar alguém na capital, pena de morte", afirmou o Presidente, considerando a medida "preventiva e muito forte" e assegurando que toda a sua administração está de acordo. Esta proposta surge apesar de a cidade de Washington D.C. ter abolido a pena capital na década de 1980. A iniciativa faz parte de um plano mais vasto de Trump para combater o que descreve como a "criminalidade desenfreada" na capital, embora os níveis de criminalidade, ainda que elevados, estejam no ponto mais baixo dos últimos 30 anos. A 11 de agosto, Trump assumiu o controlo da segurança da cidade por um período inicial de 30 dias, ao abrigo de uma lei que lhe permite intervir na autoridade local em situações de emergência devido à elevada criminalidade. Para o efeito, foram mobilizados cerca de 2.000 membros da Guarda Nacional, incluindo reforços enviados por seis estados governados por republicanos (Virgínia, Carolina do Sul, Ohio, Mississipi, Louisiana e Tennessee). A operação de segurança conta também com a participação da Polícia Metropolitana de Washington e de agentes federais do FBI e do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE). Segundo a procuradora-geral, Pam Bondi, a intervenção resultou na detenção de 1.094 pessoas e na apreensão de 115 armas ilegais.
No entanto, ativistas e organizações denunciaram que as agências federais estão a usar esta operação para deter imigrantes sem documentos.
Trump expressou ainda a sua vontade de alargar a presença de forças federais a outras cidades governadas por democratas, como Nova Iorque e Chicago, para combater a criminalidade, descrevendo a situação em Chicago como um "caos".
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