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Aliados da Ucrânia reúnem-se em Paris para debater garantias de segurança e uma força multinacional

Líderes de cerca de 30 países e enviados dos Estados Unidos reuniram-se em Paris para discutir garantias de segurança 'juridicamente vinculativas' para a Ucrânia, num esforço para delinear um caminho para uma paz duradoura.
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Representantes de aproximadamente 30 nações, conhecidas como a Coligação dos Voluntários, juntaram-se esta terça-feira no Palácio do Eliseu, em Paris, com o Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky e enviados norte-americanos para debater “garantias de segurança sólidas” para a Ucrânia. O objetivo do encontro, que contou com a presença de Steve Witkoff e Jared Kushner como enviados dos EUA, é consolidar a convergência entre europeus, ucranianos e norte-americanos sobre os compromissos a assumir caso seja alcançado um cessar-fogo com a Rússia. De acordo com uma minuta da declaração conjunta, os aliados estão dispostos a fornecer garantias de segurança “juridicamente vinculativas” que seriam ativadas após a entrada em vigor de um cessar-fogo. O plano prevê que um “mecanismo de verificação” da trégua seja supervisionado pelos Estados Unidos, com a participação dos membros da coligação.

Adicionalmente, seria criada uma força multinacional “liderada pelos europeus”, mas com “participação norte-americana” em áreas como informações e logística.

A função desta força não seria fiscalizar o cessar-fogo, mas sim apoiar a reconstrução das forças armadas ucranianas e reforçar a dissuasão contra futuros ataques russos.

O texto da minuta inclui ainda um compromisso dos EUA de apoiar esta força em caso de ataque.

Apesar de não serem membros formais da coligação, os Estados Unidos são considerados vitais para a implementação destas garantias.

No entanto, não é claro se os enviados norte-americanos irão assinar a declaração final, que poderá sofrer alterações em relação à minuta.

A coligação, com o apoio dos EUA, compromete-se também a continuar a fornecer assistência militar e armamento a longo prazo ao exército ucraniano.

Paralelamente à cimeira, o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andrii Sybiha, acusou a Rússia de visar deliberadamente empresas americanas na Ucrânia, como a produtora agrícola Bunge, em Dnipro, afirmando que tal demonstra o desrespeito de Moscovo pelos esforços de paz.

Por sua vez, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, reafirmou o apoio da UE à soberania e segurança da Ucrânia.

A Rússia já declarou anteriormente que não aceitará a presença de tropas de países da NATO em território ucraniano.

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