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Luís Montenegro descarta envio de tropas para a Ucrânia durante a guerra mas admite participação em futura força de paz

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, descartou categoricamente o envio de militares portugueses para a Ucrânia enquanto o conflito persistir, mas admitiu a possibilidade de participação numa futura força multinacional de manutenção de paz, caso seja necessário.
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Após uma reunião da "Coligação da Boa Vontade" em Paris, que juntou os principais aliados da Ucrânia, o primeiro-ministro Luís Montenegro clarificou a posição de Portugal sobre o envio de forças militares. O chefe do Governo garantiu que "está fora de hipótese" a mobilização de tropas portuguesas para o território ucraniano enquanto a guerra com a Rússia perdurar, reiterando esta posição como definitiva. No entanto, Montenegro admitiu um cenário diferente para um contexto de pós-guerra. A participação de militares portugueses numa futura força multinacional de manutenção de paz é uma possibilidade, mas apenas se "for necessário" e após a consolidação da paz e um cessar-fogo. O primeiro-ministro sublinhou que tal decisão seria sempre submetida ao "processo de decisão interna" de Portugal, vincando que o país tem sido um parceiro solidário em missões de paz internacionais. A reunião em Paris, descrita por Montenegro como "muito produtiva", contou com a participação dos Estados Unidos, representados por enviados de Donald Trump, e teve como objetivo encontrar uma "solução de paz justa e duradoura". Foi estabelecido um acordo coletivo para garantias de segurança que seriam ativadas num cenário de cessar-fogo, visando dissuadir futuras perturbações da paz e reforçar a capacidade de defesa da Ucrânia e dos seus aliados. O governante recordou ainda que Portugal já contribui para o esforço de paz "nas capacidades aéreas e marítimas".

Também presente, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, assegurou que a União Europeia continuará a apoiar a Ucrânia para garantir a sua soberania e segurança.

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