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"Um treinador condenado". Imprensa inglesa arrasa Amorim e já há candidatos à sucessão

A surpreendente eliminação do Manchester United na Taça da Liga inglesa, às mãos do modesto Grimsby Town, colocou o treinador Rúben Amorim no centro de uma tempestade mediática, dividindo opiniões sobre o seu futuro em Old Trafford.
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O futuro de Rúben Amorim no comando do Manchester United está sob intenso escrutínio após uma derrota histórica e humilhante frente ao Grimsby Town, equipa da quarta divisão, que eliminou os ‘red devils’ da Taça da Liga nos penáltis. Este resultado, no início de uma temporada em que o clube ainda não venceu ao fim de três jogos oficiais, gerou uma onda de contestação por parte de adeptos, imprensa e antigos jogadores.

A imprensa britânica não poupou nas críticas, utilizando palavras como "vergonha", "escândalo" e "humilhação" para descrever a eliminação.

Vários jornalistas descreveram Amorim como um "treinador condenado", cuja linguagem corporal durante o jogo já denunciava a pressão.

As críticas estenderam-se a antigos futebolistas, como Gabriel Agbonlahor, que acusou o técnico português de ser "um cobarde" pela sua postura durante o desempate por grandes penalidades. Simon Jordan e Chris Sutton juntaram-se ao coro de vozes que questionam a sua capacidade para liderar o clube, apontando a falta de evolução da equipa. Visivelmente abalado após o encontro, Rúben Amorim criticou publicamente os seus jogadores pela falta de intensidade, afirmando que estes "deixaram uma mensagem bem clara" com a sua exibição e que "algo tem de mudar". O treinador, que já na época passada terá apresentado a demissão, encontra-se numa posição delicada, com a imprensa a avançar uma lista de potenciais sucessores que inclui nomes como Oliver Glasner, Andoni Iraola, Gareth Southgate e Zinedine Zidane.

Apesar da forte pressão externa, alguns artigos referem que a direção do Manchester United, incluindo o proprietário Sir Jim Ratcliffe, mantém um voto de confiança em Rúben Amorim.

A administração acreditará no seu trabalho e pretende conceder-lhe mais tempo para consolidar resultados, embora a margem de manobra seja limitada.

O próximo jogo, frente ao Burnley, é visto como um teste decisivo para o futuro do treinador português, que, desde que chegou ao clube, soma um registo de 16 vitórias em 45 jogos oficiais.

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