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André Ventura defende uma presidência mais interventiva e apoia María Corina Machado na Venezuela

O candidato presidencial André Ventura defendeu um papel mais interventivo para o Presidente da República em Portugal, criticando o atual chefe de Estado, e comentou a crise na Venezuela, apoiando María Corina Machado como líder de transição.
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O candidato presidencial André Ventura afirmou que, se for eleito, pretende assumir um papel mais interventivo e dizer ao Governo “para onde é que tem de ir” nas diversas áreas políticas. Durante uma arruada em Sines, o líder do Chega criticou o atual Presidente, Marcelo Rebelo de Sousa, por se ter tornado numa “jarra de enfeitar”, defendendo que o chefe de Estado deve dar indicações ao executivo em matérias como a saúde, em vez de ser apenas um “analista dos diplomas”.

Ventura distingue os “poderes formais” do Presidente, consagrados na Constituição, da postura política que este pode adotar, afirmando que quer um Presidente “que tome decisões, que conduza o Governo”. No plano da política externa, André Ventura comentou a recente crise na Venezuela, desencadeada por uma intervenção militar dos EUA que resultou na detenção do Presidente Nicolás Maduro.

O candidato considerou María Corina Machado, vencedora do Prémio Nobel da Paz, uma “excelente solução” para liderar um governo de transição até à realização de “eleições justas, livres e democráticas”.

Esta posição contrasta com a do Presidente norte-americano, Donald Trump, que expressou dúvidas sobre se Machado teria o apoio necessário para governar.

Ventura elogiou a operação militar norte-americana por ter removido “um ditador” do poder, afirmando que o seu objetivo é “acabar com os ditadores no mundo inteiro”.

Questionado sobre os possíveis interesses petrolíferos dos EUA na intervenção, o candidato não respondeu diretamente.

Distinguiu ainda a situação na Venezuela da invasão russa da Ucrânia, argumentando que no primeiro caso se tratou da remoção de um “ditador e sanguinário”, enquanto no segundo ocorreu uma “invasão absolutamente ilegítima” contra um presidente democraticamente eleito. A crise venezuelana será um dos temas a ser discutido no próximo Conselho de Estado.

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