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Vice-presidente dos EUA afirma que a Russia fez "concessões" a Trump desde a cimeira

O vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, afirmou que a Rússia demonstrou uma nova flexibilidade e fez 'concessões importantes' ao Presidente Donald Trump para negociar o fim da guerra na Ucrânia. Vance defende também que a Europa deve assumir os custos das garantias de segurança para o país invadido.
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O vice-presidente dos Estados Unidos, J.D.

Vance, declarou que Moscovo fez 'concessões importantes' sobre a Ucrânia ao Presidente Donald Trump.

Estas declarações surgem após a cimeira realizada a 15 de agosto no Alasca entre Trump e o seu homólogo russo, Vladimir Putin.

Segundo Vance, numa entrevista à NBC, esta é a primeira vez em três anos e meio de conflito que os russos 'querem ser flexíveis em algumas das suas exigências fundamentais'. Vance afirmou que a Rússia 'está a discutir o que seria necessário fazer para pôr fim à guerra' e que, embora o objetivo ainda não tenha sido alcançado, está em curso um 'processo diplomático de boa-fé'. O vice-presidente norte-americano sublinhou que a continuação da guerra 'não é do interesse de ninguém, nem da Europa, nem dos Estados Unidos', e que nem a Rússia nem a Ucrânia têm interesse em prossegui-la.

Apesar destes esforços de mediação dos EUA, que incluíram a cimeira de Anchorage e uma receção na Casa Branca ao presidente ucraniano Volodymyr Zelensky e aliados europeus, as posições de Moscovo e Kyiv parecem permanecer irreconciliáveis. Os dois países beligerantes acusam-se mutuamente de bloquear a organização de um eventual encontro entre os seus presidentes.

As declarações de Vance coincidem com a presença do enviado americano para a Ucrânia, Keith Kellogg, em Kyiv, para assinalar o 34.º aniversário da independência do país, ao lado do presidente Zelensky e do primeiro-ministro canadiano, Mark Carney. No âmbito de um eventual acordo de cessar-fogo, Vance defendeu ainda que a Europa deve assumir os custos financeiros das garantias de segurança para a Ucrânia.

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