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YouTube atualiza políticas com novos controlos parentais e mais opções de monetização

O YouTube introduziu um conjunto de atualizações significativas nas suas políticas, que abrangem desde novos controlos parentais para adolescentes até à expansão das oportunidades de monetização para conteúdos considerados sensíveis.
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Em resposta à crescente preocupação com o tempo de ecrã dos jovens, o YouTube anunciou novas ferramentas de controlo parental para contas supervisionadas de menores de 18 anos. A principal novidade é a capacidade de os pais limitarem ou bloquearem completamente o acesso aos Shorts, o formato de vídeos curtos da plataforma.

Esta medida visa proporcionar uma experiência mais segura e equilibrada, ajudando na gestão do consumo rápido e contínuo de conteúdos por parte dos adolescentes.

Simultaneamente, a plataforma reviu as suas diretrizes de conteúdo adequado para publicidade, permitindo agora a monetização completa de vídeos que abordem temas anteriormente considerados controversos.

Conteúdos sobre assuntos sensíveis como aborto ou automutilação poderão gerar receitas com anúncios, desde que sejam apresentados de forma informativa ou ficcional e cumpram critérios específicos.

Esta alteração representa uma mudança significativa em relação às regras anteriores, que limitavam severamente a rentabilização de tais vídeos.

No entanto, a nova política de monetização tem exceções claras.

Conteúdos relacionados com abuso infantil e distúrbios alimentares continuarão a não ser elegíveis para publicidade.

Da mesma forma, vídeos que apresentem cenas ou descrições consideradas demasiado gráficas ou detalhadas sobre os temas sensíveis agora permitidos também ficarão excluídos da monetização.

Noutro âmbito relacionado com a influência da plataforma, o Instituto de Apoio ao Jogador manifestou preocupação com a publicidade e o incitamento ao jogo por parte de "influencers" e "youtubers".

A instituição defende a regulação desta publicidade, mas não a sua proibição total, evidenciando o debate contínuo sobre a responsabilidade dos criadores de conteúdo e das plataformas.

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