
A bolsa de Lisboa abriu hoje em terreno negativo, com o índice PSI (Portuguese Stock Index) a cair 0,07%, para 8.472,86 pontos.
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A bolsa de Lisboa abriu hoje em terreno negativo, com o índice PSI (Portuguese Stock Index) a cair 0,07%, para 8.472,86 pontos.

As principais praças europeias fecharam o dia a registar ganhos.

Numa sessão mista a nível europeu, o índice registou a terceira sessão de ganhos das últimas quatro, com o impulso da petrolífera a ser decisivo.

Lisboa, 08 jan 2026 (Lusa) -- A bolsa de Lisboa encerrou hoje em alta, com o índice PSI a subir 0,09% para 8.486,79 pontos, numa Europa maioritariamente positiva.

Grupo Santander e Equita SIM também aproveitaram para rever em baixa o preço-alvo da cotada. Num total de 24 casas de investimento que seguem os títulos da Galp, treze aconselham a compra das ações, nove a manter e duas a vender.

A Venezuela é considerada o país com as maiores reservas de crude (petróleo não refinado) do mundo. Terá sido precisamente isso que motivou a investida dos Estados Unidos da América contra a liderança do país sul-americano no passado dia 2 de janeiro.

As maiores descidas na bolsa portuguesa vão para a Altri que desce 1,77% para os 4,44 euros, seguida pela Navigator que desvaloriza 1,36% para os 3,18 euros, e a Sonae que quebra 0,95% para os 1,66 euros. A Galp sobe mais de 2% no dia em que confirma negociações com a Moeve para fundir as redes de postos e as atividades de refinação.



Já é a quarta sessão consecutiva que o índice sul-coreano atinge um novo máximo com o setor dos semicondutores a justificar este desempenho. O guidance da Samsung, para o quarto trimestre, prevê que o lucro operacional fique entre os 11,7 mil milhões de euros e os 11,8 mil milhões de euros o que a se confirmar seria mais do triplo face aos 3,7 mil milhões de euros do ano anterior.

Das 20 casas de investimento que seguem as ações do banco, 13 recomendam reforçar a carteira com títulos da instituição financeira, enquanto seis sugerem "manter" e uma "vender". O banco francês continua a aconselhar a compra dos títulos do banco liderado por Miguel Maya.

A forte queda do dólar face ao euro (-11,8%) e as políticas da administração de Donald Trump são algumas das explicações para o facto de as bolsas europeias terem superado as americanas, em 2025....

O economista João Rodrigues dos Santos antecipa quem irá sair mais beneficiado da exploração do petróleo venezuelano pelos EUA. “A resposta é mais simples do que parece: os EUA saem amplamente beneficiados nesta fase.” O economista fala em alterações “muito pontuais” nos preços do gasóleo e da gasolina, mesmo que esse seja um argumento importante para conquistar a opinião pública norte-americana.

Opinião de Ricardo Martins, Chief Crypto Officer da Bison Digital Assets

As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a Galp Energia que sobe 0,79% para os 14,69 euros, seguida pela Mota-Engil que valoriza 0,68% para os 5,16 euros, e a Teixeira Duarte que avança 0,62% para os 0,65 euros.

A bolsa portuguesa iniciou a penúltima sessão da semana com uma leve subida. A Galp é a cotada que mais ganha, após anunciar negociações para uma união com a espanhola Moeve. Já os CTT lideram as perdas após o anúncio da saída do CEO.

RetailCo e IndustrialCo. São estas as novas entidades que deverão resultar da junção de forças entre a portuguesa Galp e a espanhola Moeve, ex-Cepsa. Debaixo do primeiro “chapéu” cabem os negócios de mobilidade de ambas as petrolíferas e, debaixo do segundo, pretendem unir os ativos industriais. Conheça os ativos que cada uma destas empresas vai […]

Portugal pode estar a apenas quatro meses e meio de distância de alcançar mais um passo na longa recuperação da sua notação de crédito da República. Os analistas Aditya Chordia e Matteo Mamprin, do JP Morgan, estimam uma probabilidade de 50% de a Moody’s rever em alta o rating da República já na avaliação agendada […]

Em duas medidas anunciadas esta quarta-feira, Presidente dos EUA não quer que empresas de defesa remunerem acionistas para aumentarem investimento. Também quer impedir que fundos adquiram casas para travar os preços da habitação. Ações dos respetivos setores afundaram.

Depois de três sessões positivas no início do ano, o índice nacional seguiu as perdas europeias, com o banco e a petrolífera a liderarem as quedas.


Principais praças europeias terminaram o dia a registar perdas. PSI não escapou e registou 10 dos seus títulos no 'vermelho'.

Os principais índices norte-americanos iniciaram a terceira sessão da semana sem grandes oscilações, depois de serem conhecidos os dados do emprego do setor privado, que subiram face a novembro, mas ficaram abaixo das expectativas.

As maiores descidas na bolsa portuguesa vão para a Galp Energia que desce 2,26% para os 14,48 euros, seguida pela NOS que cai 1,57% para os 4,06 euros, e a Altri que quebra 1,32% para os 4,49 euros.

O preço do crude norte-americano caiu esta quarta-feira, após Donald Trump anunciar um acordo de exportação de 30 a 50 milhões de barris de petróleo venezuelano para os Estados Unidos.

O índice bolsista sul-coreano repetiu a façanha alcançada pelo Dow Jones, cobre, e os índices bolsistas de Londres, Madrid e Frankfurt, e o MSCI [que mede a evolução das bolsas mundiais], que atingiram máximos na segunda-feira.

No global, das 16 cotadas do PSI, dez estão em terreno positivo e seis estão em terreno negativo.

As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a Semapa que sobe 0,94% para os 21,55 euros, seguida pela REN que valoriza 0,90% para os 3,35 euros, e a Teixeira Duarte que avança 0,61% para os 0,66 euros.

O novo ano trouxe um novo ator nos "short-sellers" que apostam contra ações do principal índice da bolsa portuguesa. O norte-americano Two Sigma Investments estreia-se no mercado nacional com três alvos.

Estes dados animaram a Europa, que fechou a registar ganhos. O Stoxx 600 registou um novo recorde, chegando aos 605,28 pontos, impulsionado pelos setores da saúde e matérias-primas.

A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, com recordes dos índices Dow Jones Industrial Average, um segundo consecutivo, e S&P500, apesar das tensões geopolíticas.

Murthy Grandhi, analista de empresas da GlobalData, destaca que “os bancos europeus apresentaram a recuperação mais expressiva do ano, liderados pelo Banco Santander, de Espanha, cujo valor de mercado disparou 151,4%, passando de 70 mil milhões de dólares para 176,1 mil milhões de dólares, o que o elevou da 34ª para a 16ª posição no ranking global".

Os três principais índices norte-americanos terminaram a sessão desta terça-feira com valorizações, afastando as preocupações em torno do conflito geopolítico com a Venezuela.

A bolsa nacional deu seguimento ao início positivo de 2026, fechando em máximos de 16 anos, impulsionada pela Jerónimo Martins, mas também pela Mota-Engil e Sonae, num dia positivo na Europa.

Ambas as casas de investimento apontam para uma subida do valor das ações da cotada nos próximos 12 meses, mas o Barclays está agora menos otimista quanto à valorização da Jerónimo Martins em bolsa, tendo cortado o preço-alvo em 50 cêntimos. Continuam a recomendar "compra".

Trump até admite subsidiar entrada de companhias na Venezuela, mas os investimentos são muito elevados, a par de riscos políticos. Petrolíferas temem violar regras concorrenciais ao discutir investimentos em conjunto com Casa Branca.

As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a Mota-Engil que valoriza 2,99% para os 5,16 euros, seguida pela Jerónimo Martins que avança 2,70%, para os 21,32 euros, depois de confirmada esta terça-feira o fecho da operação da Hussel [chocolates e confeitaria], e a Galp Energia sobe 2,58% para os 15,10 euros.

A bolsa de Lisboa continuava hoje em alta, com o PSI a subir para máximos desde o início de 2010 e com a Galp e a Jerónimo Martins a liderarem os ganhos.

A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com o PSI em máximos desde o início de 2010 e com a Galp a subir 2,41% para 15,07 euros.

Já as cotadas da família EDP pesam pela negativa, no arranque da sessão.

As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a Galp Energia que sobe 2,11% para os 15,03 euros, seguida pela Sonae que avança 0,73% para os 1,64 euros, e a NOS avança 0,49% para os 4,08 euros.

A revolução do petróleo de xisto fez dos Estados Unidos o maior produtor global desta matéria-prima. Se a isso juntar as vastas reservas de ouro negro da Venezuela – são as maiores do mundo –, o país passa a ter um controlo considerável sobre esta riqueza tão disputada pelas grandes potências.

O ouro negro, uma das principais riquezas da Venezuela, está no centro das atenções desde que os Estados Unidos capturaram o presidente deste país latino, Nicolás Maduro, este sábado. Dada a situação de incerteza que se vive, os analistas preveem que o preço do barril de petróleo suba no curto prazo. Contudo, se as intenções […]

Famílias aumentam riqueza à boleia do bom desempenho da bolsa em 2025.

A possibilidade dos EUA voltarem a operar em força na Venezuela através da extração de crude foi o suficiente para animar as petrolíferas norte-americanas. As ações de defesa também beneficiaram com a intervenção, num dia em que a banca conheceu novos máximos.

O tipo de petróleo que a Venezuela possui dá muito trabalho: requer equipamento especial e um elevado nível de competência técnica para ser produzido. Por outro lado: os Estados Unidos produzem mais petróleo do que qualquer outro país na história mas continuam a precisar de importar petróleo - especialmente do tipo que a Venezuela produz. E tudo isto pode ter impacto na guerra na Ucrânia - no fim dela

Os preços do petróleo estão a subir, num contexto marcado pela incerteza motivada pelo ataque dos Estados Unidos à Venezuela. De resto, os mercados accionistas permanecem, para já, estáveis.

A bolsa portuguesa seguiu a tendência europeia e fechou o dia no 'verde', com apenas uma cotada a registar perdas.

A retoma da indústria petrolífera na Venezuela, após a captura de Nicolás Maduro pelos EUA, será demorada e cara, alertam os analistas, que estão divididos sobre a evolução dos preços num futuro próximo. Thomas Mucha, estratega geopolítico da Wellington Management, espera que “os preços do petróleo caiam e que o mercado reflita isso mais rapidamente […]

A bolsa de Lisboa encerrou hoje em alta, com o índice PSI a subir 0,82% para 8.469,61 pontos e 15 cotadas no `verde`, em linha com a restante Europa.

Apenas três cotadas encerraram a sessão em terreno negativo.

Com os EUA de "olho" no crude venezuelano, os investidores decidiram aumentar a exposição em grande escala às petrolíferas norte-americanas. Só a Chevron viu o seu "market cap" valorizar em 13 mil milhões.

Num ano de sonho para o PSI, só a família Amorim viu a fortuna cair, devido ao desempenho da Galp e da Corticeira. Azevedo e Soares dos Santos viram as retalhistas dar o maior salto, enquanto o clã Teixeira Duarte beneficiou do regresso ao PSI.

Os principais índices norte-americanos abriram a primeira sessão desta semana no 'verde'.

Foram precisos quase 18 anos para que o banco alemão voltasse a superar esta fasquia, um sinal de que recuperou parte da confiança dos investidores.

As maiores descidas na bolsa portuguesa vão para a Sonae que cai 1,22% para os 1,61 euros, seguida pela Corticeira Amorim que desce 1,03% para os 6,74 euros, e o Banco Comercial Português (BCP) que quebra 0,66% para os 0,89 euros, e a Altri desce 0,66% para os 4,52 euros.

A queda de Nicolás Maduro no fim de semana transformou-se rapidamente numa história de two-speed nos mercados financeiros. Enquanto Trump invocava a Doutrina Monroe e prometia uma nova era de “hard power” nos EUA, os investidores realizavam o que parecia ser um teste de stress improvisado: se o mundo realmente entrasse numa espiral geopolítica mais […]

Mercado de petróleo bruto permanece estável devido ao excesso de reservas globais de petróleo, segundo analistas.

A bolsa de Lisboa invertia a tendência de abertura e negociava em baixa.

Ataque dos EUA à Venezuela durante o fim-de-semana levou esta manhã a uma queda do preço do petróleo.

As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt avançavam 0,19%, 0,51% e 1,12%, respetivamente.

“Olhando para o futuro, 2026 configura-se como mais um ano forte para os IPOs ao nível global e na [região] da Europa, Médio Oriente e África (EMEA), impulsionado pelo forte apetite dos investidores por histórias de IPO de qualidade, uma carteira de emitentes, incluindo grandes unicórnios, e um sentimento geral construtivo do mercado de ações, sujeito à estabilidade contínua", disse a diretora de Mercados de Capitais da PwC Reino Unido, Kat Kravstov.

As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para o Banco Comercial Português que sobe 0,60% para os 0,90 euros, seguida pela EDP Renováveis que valoriza 0,40% para os 12,63 euros, e a EDP que avança 0,30% para os 4,01 euros.

A praça portuguesa iniciou a primeira sessão da semana no verde, acompanhando o otimismo das congéneres europeias.

Donald Trump aposta numa estratégia em que as petrolíferas dos EUA investem fortemente na Venezuela. Mas começar a ganhar dinheiro pode ser difícil e demorar muito tempo, avisam os especialistas.

A empresa, cotada em Hong Kong, tem sido apelidada de "meme stock". Numa só sessão, após ter anunciado um "stock split", chegou a valorizar mais de 280% e a superar a capitalização bolsista de grandes empresas como a Lululemon ou o eBay.

Petróleo. A palavra foi usada várias vezes por Trump durante a conferência de imprensa no seu clube de Mar-a-Lago onde explicou o ataque de madrugada à Venezuela. Com o derrube do regime de Nicolas Maduro, as petrolíferas americanas vão tomar conta da exploração da matéria-prima, um dos abundantes recursos minerais do país. A Venezuela tem […]

A Bolsa portuguesa teve em 2025 o melhor ano desde a crise da dívida soberana. O principal índice regressou a níveis pré-troika depois de 15 anos: o que esteve por trás deste desempenho? A análise deste tema foi feita pelo jornalista da secção de Economia do Expresso Gonçalo Almeida. Ouça o novo episódio do Economia dia a dia, podcast diário do Expresso, conduzido por Juliana Simões

A bolsa nova-iorquina encerrou hoje com tendência de subida a primeira sessão do ano marcada por um afastamento dos conglomerados tecnológicos, em benefício de ações menos procuradas.


As bolsas de Nova Iorque iniciaram 2026 com um dia de oscilações, ainda que não muito pronunciadas, entre o verde e o vermelho. No final da negociação, o desfecho foi misto, com dois dos principais índices em alta e o outro em queda.

A bolsa portuguesa arrancou da melhor forma 2026. Das 16 cotadas do PSI apenas duas não fecharam no verde e o índice atingiu máximos de quase dois meses durante a sessão.

Segundo a XTB, "2026 arranca com otimismo global, liderado pelo setor tecnológico e pela IA, impulsionando fortemente o Nasdaq e os mercados asiáticos. Esta subida é sustentada pela resiliência económica dos EUA e pela expectativa de uma política monetária mais favorável, mantendo o índice acima de suportes técnicos cruciais".

Entre as principais bolsas europeias o índice português é dos que mais sobem esta sexta-feira. As maiores subidas vão para a EDP Renováveis que valoriza 2,82% para os 12,38 euros, seguida pela Teixeira Duarte que sobe 1,89% para os 0,64 euros, e a Corticeira Amorim que avança 1,82% para os 6,73 euros.

No acumular do último ano, o desempenho foi positivo para a maioria das bolsas. Em Portugal, o índice português PSI que valorizou perto de 30%.

Fora do índice principal o destaque vai para as ações do grupo Impresa, que valorizam quase 3%.

As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a EDP Renováveis que sobe 0,50% para os 12,10 euros, seguida pela Semapa que valoriza 0,48% para os 21 euros, e a EDP que avança 0,54% para os 3,93 euros.

2025 foi um ano positivo para a bolsa portuguesa. Mas, como sempre, há vencedores e perdedores. O BCP voltou a brilhar, a “retornada” Teixeira Duarte marcou uma escalada surpreendente de 700% e Sonae e Mota-Engil dispararam mais de 70%. Já as papeleiras e a Corticeira destacaram-se pela negativa. Depois de ter encerrado 2024 com uma […]

Pela primeira vez desde 2009, os mercados emergentes conseguiram ultrapassar os desenvolvidos em termos de retorno. A bolsa sul-coreana foi a que registou o melhor desempenho - e tem a agradecer à inteligência artificial por isso.


Os principais índices dos EUA terminaram a última sessão do ano no vermelho, mas com ganhos percentuais de dois dígitos no total de 2025, ainda que o S&P e o tecnológico Nasdaq tenham perdido algum fulgor face aos anos anteriores. A IA e os cortes de juros compensaram a turbulência comercial e geopolítica.


No conjunto do ano, o principal indicador, o PSI, valorizou 29,5%.

Com Vasco Resendo

Teixeira Duarte, BCP, Sonae, Mota-Engil e Semapa foram as cinco que mais valorizaram em 2025 no principal índice nacional, o PSI. No caso das duas construtoras os analistas destacam possíveis catalisadores para a continuação da tendência altista em 2026.

O índice lisboeta teve um ano para recordar. Foi dos que mais valorizou na Europa e bateu um recorde que já era de 2009.

O índice de referência nacional registou o melhor desempenho desde o ano seguinte ao da crise financeira global, ganhando quase 30%, apenas superado na Europa pelas bolsas italiana, grega e espanhola. Construção, retalho e banca lideraram os ganhos.

Depois de ter terminado 2024 com um desaire de 0,3% em 2024, a contrariar os ganhos na generalidade das praças mundiais, a bolsa de Lisboa regressou – em força – aos ganhos, em 2025, animado pela escalada de cotadas como o BCP ou a Sonae. O índice de referência PSI subiu mais de 29%, o […]

A bolsa de Lisboa fechou a última sessão de 2025 na linha de água, com o índice de referência inalterado, mas no conjunto do ano valorizou cerca de 29%.

Como é habitual o dia é marcado pelo fraco flow empresarial e baixo volume de negócios.

O PSI registou uma valorização de 30% em 2025, a mais expressiva desde 2009. Saiba o que marcou os mercados financeiros em 2025, de acordo com a análise dos especialistas da BA&N Research Unit.

Numa sessão mais curta devido ao período festivo, o índice de referência nacional segue no vermelho, pressionado pela Mota-Engil, BCP e grupo EDP.

Numa Europa a vermelho (onde o alemão DAX é exceção), a última sessão do ano abriu de forma indefinida em Lisboa.

Valorização. PSI regressou aos valores pré-troika em ano positivo para ações europeias. BCP brilhou e passou a ser a segunda maior cotada

Se 2025 foi o ano em que a economia global desafiou os profetas da desgraça, evitando uma recessão que parecia inevitável, 2026 desenha-se de forma completamente diferente. Deixa de ser um ano de alívio para ser um ano de teste de stress, não porque a economia colapse, mas porque os seus próprios limites serão postos […]

O banco liderado por Miguel Maya tornou-se na segunda cotada mais valiosa do PSI e a empresa com melhor desempenho no Stoxx 600, o principal índice europeu.

As bolsas de Nova Iorque continuam a não conseguir embalar para o tradicional "rally" no final do ano e voltaram esta terça-feira a pintar-se de vermelho.