
Se já estivesse em Belém, o candidato diz que chamaria Montenegro para “conversa séria”. Mas não esquece os seus dois principais alvos: Luís Marques Mendes e António José Seguro.
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Se já estivesse em Belém, o candidato diz que chamaria Montenegro para “conversa séria”. Mas não esquece os seus dois principais alvos: Luís Marques Mendes e António José Seguro.

O Presidente da República afirmou que uma decisão sobre a continuidade da Ministra da Saúde só será tomada após as eleições e exigiu esclarecimentos sobre três mortes ocorridas enquanto as vítimas aguardavam socorro do INEM.

O ex-ministro socialista Manuel Pizarro afrmou esta terça-feira no NOW que o que "está a acontecer neste momento é de tal forma dramático que só quem não quer ver a realidade é que pode desvalorizar o que se está a passar".

Com sondagens a mostrarem dispersão à direita, Mendes acusa Cotrim de alimentar divisão. Numa altura crítica para o Governo, Mendes não deserta e agarra-se ao argumento da estabilidade para o regime.

Hugo Costa (PS) e Paulo Núncio (CDS) estiveram Frente a Frente no NOW na tarde desta quinta-feira e falaram sobre o debate quinzenal que aconteceu no Parlamento, onde se abordou a questão do INEM e da ministra da Saúde. Paulo Núncio defendeu que Ana Paula Martins não devia ser demitida e que está a implementar reformas importantes. Já Hugo Costa disse que ao final de dois anos continuar a culpar-se Governos anteriores pelo estado atual da saúde não faz sentido.

A saúde dominou o primeiro debate quinzenal de 2026. Apesar de nos últimos dias a saúde ter estado em quase todos os noticiários, Montenegro segurou a ministra da Saúde e anunciou medidas.

Após novas mortes por demora no socorro, a crise na saúde voltou a estar no centro da campanha. Candidatos dividiram-se na hora de pedir responsabilidades; só um apontou à direcção executiva do SNS.

Embora se tenha mostrado chocado com a situação, o candidato presidencial responsabiliza a Direção Executiva do SNS e mantém a estratégia de não pressionar o Executivo, mesmo perante a mobilização de vários setores contra a ministra da Saúde.

Governo introduziu alterações depois de Marcelo Rebelo de Sousa ter travado o diploma, pedindo "aperfeiçoamentos".

Novo diploma inclui "alterações propostas" ao Governo, depois de Marcelo ter pedido o "aperfeiçoamento" dos três decretos-lei que preveem reformas na saúde

Promulgação acontece depois de terem sido introduzidas alterações propostas ao Governo.

Para o SJ, a solução passaria por ter “o Estado a assumir a distribuição dos jornais e revistas, pois, como assumiu o próprio ministro da Presidência, Leitão Amaro, que tutela a comunicação social, a imprensa escrita é um fator de coesão territorial”.

Marcelo Rebelo de Sousa tinha devolvido ao Governo três decretos-lei considerados dos mais importantes para a reforma do SNS, um deles sobre as urgências regionais.

Líder bloquista salientou que deveria ser a própria Ana Paula Martins "a apresentar imediatamente a sua demissão".

Pedro Santos Guerreiro, diretor-executivo da CNN Portugal, acredita que “a declaração de força” usada esta quinta-feira por Luís Montenegro para anunciar novas medidas para o SNS é “pólvora seca”

Marcelo Rebelo de Sousa anunciou, esta quinta-feira, que promulgou o diploma que reorganiza as urgências regionais depois do Governo ter introduzido as “alterações propostas” por Belém. A decisão do Presidente da República surge no dia em voltou a polémica à pasta da Saúde, com várias pressões políticas para a demissão da ministra Ana Paula Martins […]

O candidato diz que chamava Luís Montenegro a Belém, para o confrontar com as crises na saúde e no socorro médico, culpando a "partidarização" e apontando falhas de liderança e de organização. José Silvano, ex-secretário-geral do PSD, recebeu-o em Mirandela: apoia-o porque é contra Marques Mendes

Montenegro respondia assim ao deputado do Bloco de Esquerda, Fabian Figueiredo, que denunciou “a maior crise da habitação na história” do país.

Montenegro esclareceu que pessoas que tenham dívidas podem aceder às ajudas, desde que tenham “um plano de pagamento”.

Primeiro-ministro declara que a ministra da Saúde vai continuar em funções e anuncia "o maior investimento na última década" para o INEM. E garante: "É incorreto dizer que o SNS está em colapso"
Gouveia e Melo diz que problemas do SNS se devem às “partidarizações” das administrações hospitalares, algo que “não é deste Governo, é dos partidos que têm feito disto um modus operandi”. É verdade. Crónica de Ana Sá Lopes

O Almirante falava antes de visitar o Hospital Misericórdia de Valpaços, no distrito de Vila Real.

Galp negoceia com a Moeve, antiga CEPSA, possível junção de negócios na área de postos de combustíveis e refinação. Ainda nesta edição: Montenegro segura a ministra da saúde e todas as reações.

Candidato a Belém apoiado pelo Livre considerou que está em causa um "falhanço em relação àquilo que o próprio Governo se tinha comprometido a fazer".

Reforço tenta colmatar as dificuldades financeiras sentidas pelas escolas, esclarece o executivo.

António Filipe disse ainda que a maior garantia dos portugueses quanto à sua saúde e ao atendimento é o Serviço Nacional de Saúde, sendo obrigação do Estado assegurar um serviço "em condições".

Ana Paula Martins “já não tem condições para continuar no cargo”, disse o candidato presidencial apoiado pelo Livre, acrescentando estar “cansado de viver num país que corre atrás do prejuízo” e em que “o primeiro-ministro anuncia a compra de novas ambulâncias apenas após as mortes por falta de ambulâncias serem notícia”

O primeiro-ministro rejeita demitir a ministra da Saúde. O ‘anúncio’ foi feito por Montenegro no Parlamento, durante o debate quinzenal, e provocou momentos de tensão. Alguns deputados levantaram-se e gritaram, obrigando o presidente da Assembleia a intervir.

O presidente da República promulgou o diploma que estabelece um modelo organizativo que prevê o funcionamento centralizado dos serviços de urgência externa do SNS, de âmbito regional.

Pelo menos três morreram esta semana depois de terem ligado para o INEM a pedir socorro sem que os meios tenham chegado a tempo


O primeiro-ministro anunciou que o Governo PSD/CDS-PP aprovou, esta semana, "a aquisição de novas 275 viaturas para o INEM num investimento que ascende a 16,8 milhões de euros". No total serão 163 ambulâncias, 34 VMER e 78 outros veículos, indicou, entretanto, fonte do Governo.

Presidente da República tinha devolvido ao Governo três diplomas na área da saúde, para aperfeiçoamentos.

Gouveia e Melo falava antes de visitar o Hospital Misericórdia de Valpaços, no distrito de Vila Real, depois de confrontado pelos jornalistas com os investimentos anunciados pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, no parlamento, para o setor da saúde.

Estrutura sindical disse que "a missão de levar o serviço público e o bem essencial que é a imprensa escrita a todos os cantos do país não pode estar dependente de um monopólio privado".

Esta quinta-feira, o primeiro-ministro defendeu e assegurou o lugar da ministra da Saúde, Ana Paula Martins, durante o debate quinzenal no Parlamento, após as polémicas em torno dos atrasos no socorro aos utentes.

Com três mortes após demoras do INEM, a capacidade de resposta de socorro manteve-se central na campanha presidencial. Almirante e Seguro ouviriam primeiro-ministro em Belém; Marques Mendes atira à direção executiva do SNS.

"No caso da existência de dívidas às entidades indicadas no número anterior, não pode ser pago qualquer valor a título de subsídio social de mobilidade enquanto a situação não se encontrar regularizada", lê-se na portaria

Luís Montenegro garantiu esta quinta-feira, no debate quinzenal na Assembleia da República, que Ana Paula Martins vai continuar no Governo.

Durante o debate quinzenal, o secretário-geral do PSD, Hugo Soares, dirigiu-se à bancada do Chega para ridicularizar as afirmações feitas por André Ventura, mais recentemente, sobre o Serviço Nacional de Saúde ter colapsado. Esta quinta-feira, Hugo Soares recordou os elogios feitos pelo Chega ao SNS, em maio do ano passado.


Declarações surgem após a organização ter recomendado prudência com medidas orçamentais expansionistas.

Primeiro-ministro respondia assim ao deputado do Bloco de Esquerda, Fabian Figueiredo, que denunciou "a maior crise da habitação na história" do País.

O Ministério da Educação vai aumentar em 10% as verbas atribuídas aos colégios de educação especial com contrato de cooperação, revelou hoje a tutela, esclarecendo que este reforço tenta colmatar as dificuldades financeiras sentidas pelas escolas.

Em três minutos, candidato recusou cinco vezes direcionar críticas na saúde ao Governo de Luís Montenegro. Quer concentrar a esquerda, mas tenta caçar eventuais descontentes com candidatos à direita.


O primeiro-ministro, Luís Montenegro, defendeu esta quinta-feira no parlamento que a “moderação dos preços” da habitação para compra ou arrendamento “será inevitável”, após “medidas arriscadas” do Governo, que “não têm resultados imediatos”. “Eu estou disponível para arriscar, para aguentar o embate do período de transição e acreditar que este caminho vai produzir resultados, porque a […]

Marques Mendes não quer descolar-se do Governo nesta campanha?

O candidato presidencial Henrique Gouveia e Melo considerou hoje estranhos investimentos anunciados em cima de acontecimentos trágicos e remeteu para o chefe do Governo a avaliação sobre as condições políticas para a ministra da Saúde continuar em funções.

“A responsabilidade política: a primeira é minha, com certeza. A responsabilidade política da administração é do Governo. É minha, é dos membros que eu escolho para estarem no Governo, de cada um que tem tarefas na administração e que colaboram ao nível da prestação de serviços”, afirmou o primeiro-ministro, durante o debate quinzenal na Assembleia da República.

O enfermeiro Mário André afirma que o "foco [do Governo] deveria ser olhar para o SNS e repensar na urgência como um todo", acrescentando que a promessa de 275 novas viaturas para o INEM "pode não ser suficiente".

Montenegro respondia à líder da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, que considerou que o sistema de saúde e o Estado estão "em colapso".

Secretário-geral do Partido Socialista disse que a governação de Montenegro tem-se caracterizado, na área da saúde, por uma "profunda incompetência, insensibilidade e incapacidade".

Candidata às presidenciais sublinhou a necessidade de travar o executivo, após terem sido noticiadas, esta quinta-feira, mais duas mortes por atrasos no socorro.

Afirmação surgiu em resposta ao porta-voz do Livre, Rui Tavares, durante o primeiro debate quinzenal do ano.


Primeiro-ministro afirma que o Governo está "paulatinamente a resolver esta questão".

O primeiro debate quinzenal no Parlamento de 2026 decorreu esta quinta-feira, com o SNS e a ministra da Saúde em destaque. A oposição questionou o Governo sobre as mortes alegadamente relacionadas com os atrasos no INEM. Luís Montenegro não deixa cair a ministra e assume responsabilidade política.

Adalberto Campos Fernandes, comentador da CNN Portugal, lembra ainda que “o setor privado está com uma expansão que nunca teve”, superior ao “de qualquer governo anterior”.

Depois dos recentes casos de mortes associadas ao atraso no socorro por parte do INEM, o primeiro-ministro garantiu que a ministra da Saúde vai continuar no Governo.

As declarações surgiram depois de, nas últimas 48 horas, três pessoas terem morrido por falta de socorro do INEM.

Alterações ao estatuto da classe publicadas no Boletim do Emprego do Governo, após acordo.

Garantia foi dada no debate quinzenal que está a decorrer da Assembleia da República depois da competência de Ana Paula Martins ser posta em causa

“Os problemas da saúde não se resolvem com demissões nem com jogadas políticas e político-partidárias. Resolvem-se com convicção, com competência, com insistência, com resiliência, e é para isso que este Governo, este primeiro-ministro e a ministra da Saúde estão no Governo e vão continuar no Governo”, afirmou o chefe do executivo.

Os dois principais partidos da oposição, Chega e PS, avançaram com propostas próprias para serem também debatidas esta sexta-feira em conjunto com o pacote do Governo, propostas da IL e do Livre e recomendações do PAN. O Chega abre portas à aprovação, mas o PS ainda está a ponderar

Numa visita aos Bombeiros Voluntários de Macedo de Cavaleiros, candidato endereçou condolências às famílias das três pessoas que morreram alegadamente devido a falhas no socorro.

“Começa a ser raro o dia em que isso não acontece. Têm de ser tomadas medidas muito sérias e tem de se assumir responsabilidades”, afirmou o candidato presidencial apoiado pela CDU, que considera o problema “suficientemente grave” para justificar a chamada excecional do primeiro-ministro a Belém

O representante da República para a Madeira, Ireneu Cabral Barreto, admitiu esta quinta-feira que poderá suscitar a verificação da constitucionalidade da norma que determina a ausência de dívidas para aceder ao subsídio social de mobilidade (SSM). “Caso sejam descortinados fundamentos que autorizem o representante da República a, dentro do seu quadro de competências, suscitar a […]

Durante esta semana, já se registaram três mortes por alegado atraso no socorro.


Depois dos recentes casos de mortes associadas ao atraso no socorro por parte do INEM, o primeiro-ministro garantiu que a ministra da Saúde vai continuar no Governo.

Acesso ao subsídio social de mobilidade nas viagens aéreas entre as regiões autónomas e o continente passou a estar dependente da situação contributiva e tributária do beneficiário.

Deputado do Chega, Pedro Pinto, acusa Ana Paula Martins de incompetência após a morte de três pessoas alegadamente por atrasos na assistência médica.

O primeiro-ministro mantém a confiança na ministra da Saúde, Ana Paula Martins, apesar das três mortes em 24 horas de doentes à espera do socorro do INEM. “Está no Governo e vai continuar no Governo”, garantiu esta quinta-feira em resposta ao Chega que pediu a demissão da governante, durante o debate quinzenal no Parlamento. Para […]

A candidata presidencial Catarina Martins afirmou hoje que Ana Paula Martins "nunca devia ter sido ministra", mas apontou o primeiro-ministro, Luís Montenegro, como "principal responsável" dos problemas no SNS.

As declarações surgiram depois de, nas últimas 48 horas, três pessoas terem morrido por falta de socorro do INEM.

O primeiro-ministro lamentou esta quinta-feira no Parlamento as mortes ocorridas na sequência de falta de apoio médico, mas recusa “ cair no equívoco de estar a tirar conclusões precipitadas”. A ministra “vai continuar no Governo”, garantiu.

Na abertura do debate quinzenal na Assembleia da República, o chefe do Governo PSD/CDS-PP dedicou um curto excerto da sua intervenção à situação na Venezuela

Luís Montenegro lamentou, na abertura do debate parlamentar, a morte de três pessoas em dois dias devido a falhas no INEM. Primeiro-ministro diz estar a resolver "um problema crónico" que herdou de anteriores Governos e anunciou a compra de mais ambulâncias e VMER.

Proposta pretende a suspensão parcial do PDM, que se encontra em processo de revisão, e dos planos de urbanização de Lisboa, no sentido de conter os licenciamentos turísticos.

O primeiro-ministro lamentou a morte das três pessoas que morreram no espaço de 24 horas enquanto esperavam pelo INEM.

O Governo aprovou a aquisição de mais 275 novas viaturas para o INEM, num investimento de 16,8 milhões de euros.

O anúncio foi feito na abertura do debate quinzenal que está a decorrer na Assembleia da República

A Polícia Judiciária (PJ) efetuou buscas na Câmara Municipal de Setúbal nesta quinta-feira, noticiou o Público e confirmou o ECO/Local Online junto de fonte oficial da autarquia. “É a continuação da perseguição política que vinha a ser feita”, assegura a mesma fonte, que considera “altamente especulativa” a indicação do jornal diário de que Maria das […]

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, iniciou o debate quinzenal desta quinta-feira a lamentar as mortes de utentes por demora no socorro nas últimas 48 horas, garantindo que o Governo está a "resolver o problema crónico" na saúde.

O candidato presidencial Gouveia e Melo apontou hoje a partidarização nos cargos superiores da administração pública como uma das causas para as falhas de gestão na saúde, depois da morte de três pessoas por alegada demora no socorro.

Beja foi o 16º distrito percorrido de autocarro pelo candidato a Belém. Vestido como o primeiro rei de Portugal, para chamar a atenção, irá ainda a Setúbal e Portalegre.

Primeiro-ministro apontou ainda o "desinvestimento" herdado e que resultou em "consequências graves" para o País.

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, abre esta quinta-feira o debate quinzenal no Parlamento, em período de campanha oficial para as eleições presidenciais de 18 de janeiro, dias depois do ataque dos Estados Unidos da América à Venezuela e após mais três mortes na sequência dos atrasos do socorro do INEM. Luís Montenegro terá uma intervenção inicial […]

Assembleia da República recebe o primeiro-ministro para o primeiro debate quinzenal em 2026, numa altura em que Ana Paula Martins está debaixo de fogo da oposição e candidatos presidenciais.

Buscas estão relacionadas com "viagens e ajudas de custo".

As três mortes, nas últimas 48 horas, à espera de socorro do INEM prometem 'aquecer' o primeiro debate quinzenal no Parlamento. As honras de abertura estarão a cargo do primeiro-ministro Luís Montenegro, a que se seguirá uma fase de perguntas e respostas dos partidos Chega, PS, IL, Livre, PCP, BE, PAN, JPP, CDS-PP e PSD. Acompanhe o debate, em direto e ao minuto, na antena e site da SIC Notícias.

O pacote inclui 63 ambulâncias, 34 VMER e 78 outros veículos, "o maior investimento do género da última década", disse Montenegro. Ministra da Saúde mantém-se no Governo.

Vários candidatos deixaram críticas ao Governo e à ministra da Saúde, exigindo consequências, entre elas a demissão de Ana Paula Martins

EM ATUALIZAÇÃO

A violação destas regras constitui contraordenação punível de 150 a 3 mil euros, segundo a proposta

O primeiro debate quinzenal no Parlamento de 2026 decorre durante a tarde desta quinta-feira, em pleno período de campanha oficial para as eleições Presidenciais e na véspera de uma reunião de Conselho de Estado, convocada pelo presidente da República para analisar a situação na Ucrânia, na sequência da visita do primeiro-ministro a Kiev, em 20 de dezembro, à qual foi entretanto acrescentado o tema da situação na Venezuela. Acompanhamos ao minuto do debate.

A decisão fundamenta-se na inexistência de condições para a continuidade do exercício de funções.

Presidente da Associação Portuguesa dos Cuidados Continuados assegura, à Renascença, que os cuidados continuados são “uma área completamente desprezada” pelo atual e pelo anterior Executivos e defende que o investimento, em vez de ir para ambulâncias, devia ser investido em mais camas.

Adiamento foi pedido por "vários parceiros sociais".