
Dados de organizações como a APAV e a UMAR, juntamente com estatísticas das forças de segurança, pintam um quadro sombrio da violência de género em Portugal. O aumento do número de vítimas apoiadas, os femicídios persistentes e as falhas no sistema de proteção sublinham a necessidade urgente de uma intervenção social e judicial mais robusta para combater um problema profundamente enraizado.











